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- Ficha Técnica
EMFAL – Empresa Fornecedora de Álcool Ltda. Rua K 105 – Jardim Piemonte - Betim – MG – CEP 32680-540 Fone/Fax: 31 3597-1020 – emfal@emfal.com.br Aut. MS 3.02701.0 INFORMATIVO TÉCNICO – Proteína da Seda Produto Proteína da Seda Aplicação Shampoos e condicionadores 0,5 - 5 % Tratamento de cabelos danificados 1 - 5 % Cremes e loções para o corpo 1 - 5 % Maquilagem líquida 1 - 5 % Máscara para cílios 1 - 2 % Sabonetes 1 - 5 % Tinturas capilares 1 - 5 % Alisantes 1 - 5 % Emprego É recomendada na formulação de shampoos, rinses, condicionadores, e outros produtos para tratamento capilar, proporcionando um extraordinário brilho aos cabelos. A proteína da seda poderá ser utilizado em combinação com colágeno na formulação de produtos para o tratamento de cabelos danificados por tinturas, alisamento, vento, sol, etc, ou como agente protetor em tinturas capilares. Poderá ser incluído em cremes e loções para o corpo, maquilagem líquida, máscara para cílios, sabonetes, como agente amaciante, hidratante e protetor da pele. Composição A Proteína da Seda é composta pelos seguintes aminoácidos: Glicina 44,60 % Alanina 25,60 % Valina 2,36 % Leucina 0,53 % Isoleucina 0,64 % Serina 11,83 % Treonina 1,03 % Ácido aspártico 1,59 % Ácido glutâmico 1,13 % Fenilalanina 1,56 % Tirosina 5,43 % Lisina 0,71 % Histidina 0,53 % Arginina 1,94 % Prolina 0,49 % Armazenamento É estável à temperatura ambiente (5 a 30 ºC), devendo ser mantido protegido da luz solar direta, e hermeticamente fechado. Denominação Química Produto composto por solvente e derivado protéico Características Fisico-Químicas Aspecto: líquido castanho/âmbar, límpido e de baixa viscosidade Odor: característico Solubilidade: solúvel em água, propilenoglicol e glicerina Informações Adicionais Fórmula: proteína hidrolisada, água, propilenoglicol, parabenos Sinônimos: proteína hidrolisada da seda Número CAS: 96690-41-4 Nome adotado C.T.F.A.: Hydrolyzed Silk Nome CTFA: HYDROLYZED SILK CAS: 96690-41-4 EINECS: 306-235-8 Outras Informa ções A seda tem sido secularmente empregada na fabricação de tecidos, como a mais nobre fibra de origem natural que o homem utilizou na confecção de seu vestuário. A fibra da seda é produzida por insetos da família bombycidae, que através das glândulas sericígenas, segregam um fio com comprimento de até 2.000 m, que formará o casulo. Esta fibra natural é constituída por uma estrutura polimérica protéica denominada fibroína, revestida de sericina, material ceroso. Os principais aminoácidos que constituem as moléculas de fibroína são glicina, alanina, tirosina, e serina. A cistina, que é dissulfeto aminoácido, ocorre no cabelo humano e na lã, e não está presente na seda. A proteína da seda é obtida diretamente da hidrólise dos casulos da seda, e contém os aminoácidos responsáveis pelo extraordinário brilho observado na seda. Observação As informações contidas nesta Ficha foram compiladas de nossos fornecedores e de várias publicações técnicas tidas como verdadeiras. Não garantimos a exatidão dos dados. O único propósito deste documento é ser um guia para utilização apropriada do material. É de responsabilidade do usuário determinar a adequação destas informações para o uso correto do produto.
- FISPQ
________________________________ FISPQ ___ FICHA DE INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA DE PRODUTOS QUÍMICOS FISPQ Nº: 186 Última Revisão: 02/01/2007 1 – Identificação do Produto e da Empresa Nome do Produto: PROTEÍNA DA SEDA Empresa: EMFAL – Especialidades Químicas Endereço: Rua: K, 105 – Jardim Piemonte – Betim/MG Tel/Fax: (31) 3597-1020 E-mail: emfal@emfal.com.br 2 – Composição e Informações sobre os ingredientes Produto: Proteína hidrolisada da seda. Denominação química: Produto composto por solvente e derivado protéico. Nº CAS: 96690-41-4 C.T.F.A.: Hydrolyzed Silk. Fórmula: Proteína hidrolisada, água, propilenoglicol, parabenos. 3 – Identificação de Perigos Inalação: Evitar inalação. A curto prazo não são esperados efeitos prejudiciais. Ingestão: Evitar ingestão. Absorção da pele: Não há risco. Contato com os olhos: Evitar contato com os olhos; pode causar desconforto e vermelhidão. 4 – Medidas de Primeiros Socorros Inalação: buscar socorro médico. Ingestão: beber água potável para diluir o ingerido. Pele: lavar a pele com água potável. Olhos: lavar com água potável em abundância. 5 – Medidas de Combate a Incêndio Ponto de ignição (em copo aberto): Não ígneo. Meios de extinção: Água, extintor de espuma, extintor CO2, pó químico. Procedimentos específicos de combate ao fogo: Usar aparelho de respiração autônomo, luvas e roupa de proteção. 6 – Medidas de Controle de Vazamento e Derramamento Cobrir com material absorvente. Recolher o material e lavar com água em abundância 7 – Manuseio e Armazenamento Deve ser estocado hermeticamente fechado, ao abrigo da luz e calor (abaixo de 35ºC). Obs.: poderá haver formação de precipitado durante a estocagem, o que não invalida o produto. 8 – Controle de Exposição e Proteção Individual Utilização de máscaras respiratórias: Não é necessário. Utilização de luvas de proteção: Não é necessário. Utilização de óculos de segurança: Sim. Outros equipamentos necessários: Lava-olhos e chuveiro de emergência. 9 – Propriedades Físico-Químicas Aparência: Líquido límpido, de baixa viscosidade. Cor: Cor âmbar Odor: Característico Ponto de fusão: Não consta Ponto de ebulição: 98ºC Teor de voláteis: Máximo 78% pH (25°C): 4,00 – 6,00 10 – Estabilidade e Reatividade Produto estável se mantido em temperatura ambiente. 11- Informação Toxicológica Baixa toxicidade, não há evidências de efeitos prejudiciais. 12 – Informações Ecológicas Efeitos Ambientais: Evite a entrada do produto em sistema de esgoto, rios e lagos. Incinerar em equipamento apropriado, seguindo as legislações locais vigente. Biodegradabilidade: Baixa. 13 – Considerações Sobre Tratamento e Disposição Métodos de tratamento e disposição Incinerar em equipamento apropriado, quando permitido pela legislação local, estadual e federal. Os recipientes vazios devem ser reciclados ou dispostos através de uma unidade aprovada de gerenciamento de resíduos. Considerações sobre disposição: Testes de laboratório mostram que, em concentrações muito baixas (cerca de 10 ppm), essas etanolaminas podem ser degradadas em um sistema biológico de tratamento de efluentes. Pode se fazer escoar um pequeno derramamento de arimina para um esgoto sanitário, com uma grande quantidade de água. Entretanto, um grande derramamento pode ser prejudicial á vida aquática. Se o material derramado não puder ser coletado, é possível neutraliza-lo com uma solução de ácido clorídrico diluída e, então, aterrar o sal resultante em aterro industrial. Os métodos identificados de disposição são para o produto novo. Para a disposição adequada do material usado, deve ser efetuada uma avaliação para determinar as opções de gerenciamento de resíduos adequados e permitidas, conforme as regras aplicáveis e a legislação local pertinente. 14 – Informações Sobre o Transporte Regulamentações: Nome adequado para o embarque: Não regulamentado. Nome adequado para embarque: Outras substâncias regulamentadas, líquido. Nome técnico: Contém Dietanolamina ID N: UN 3082 Classe de Risco: 9 Grupo de Embalagem: PG II Quantidade reportável: 770 lbs 15 – Regulamentações Regulamentações: Informações sobre risco e segurança: Produto perigoso á saúde e ao meio ambiente. Símbolo de risco: Substâncias perigosas diversas. 16 – Outras informações Nos locais onde se manipulam produtos químicos deverá ser realizado o monitoramento da exposição dos trabalhadores, conforme PPRA (Programa de Prevenção de Riscos Ambientais) da NR-9. Funcionários que manipulam produtos químicos, em geral, devem ser monitorados biológicamente conforme o PCMSO (Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional) da NR- 7. As informações e recomendações constantes desta publicação foram pesquisadas e compiladas de fontes idôneas, dos MSDS dos fornecedores e de legislações aplicáveis ao produto. Os dados dessa Ficha referem-se a um produto específico e podem não ser válidos onde esse produto estiver sendo usado em combinação com outros. A EMFAL – Especialidades Químicas com os fatos desta ficha, não pretende estabelecer informações absolutas e definitivas sobre o produto e seus riscos, mas subsidiar com informações, diante do que se conhece, os seus funcionários e clientes para sua proteção individual, manutenção da continuidade operacional e preservação do Meio Ambiente.
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