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Cloroformio Frasco 1000 ML
Cloroformio frasco c/ 1000 ML
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- FISPQ
________________________________ FISPQ ___ FICHA DE INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA DE PRODUTOS QUÍMICOS FISPQ Nº: 225 Última Revisão: 04/01/2009 1 – Identificação do Produto e da Empresa Nome do Produto: CLORÓFORMIO Empresa: EMFAL – Especialidades Químicas Endereço: Rua: Triangulo, 105 – Jardim Piemonte – Betim/MG Tel/Fax: (31) 3597-1020 E-mail: emfal@emfal.com.br 2 – Composição e Informações Nome químico ou nome genérico: Cloróformio Sinônimo: Triclorometano, Trichloromethane; trichloride de Metil; trichloride de Metano Registro no Chemical Abstract Service (N.° CAS ): 67-66-3 INCI: CLOROFORMYL Ingrediente: Sintética 3 – Identificação de Perigos Saúde Humana: Efeitos adversos à saúde humana: pode ser fatal se inalado em grandes quantidades e causar cegueira se ingerido mesmo em pequenas quantidades e em contato com os olhos. Causa danos se inalado ou absorvido pela pele. Causa irritação a pele, olhos e ao sistema respiratório. Contato: Pode causar queimaduras ou irritação na pele e nos olhos. Em caso de contato lave imediatamente as partes atingidas com água corrente. Inalação/Absorção: Pode ser venenoso se inalado ou absorvido pela pele; os vapores podem causar tontura ou sufocação .- Em caso de inalação, remover o paciente com urgência, para área não contaminada e bem ventilada, evitando aglomerações. Se necessário aplicar respiração artificial; se a respiração é difícil administrar oxigênio. No caso de ingestão, se o paciente estiver consciente, provocar vômito. Efeitos Ambientais: Miscível com água podendo contaminar esgotos, rios, córregos e outras correntes de água. Perigos físicos e químicos: Inflamável. Perigos específicos: afeta o sistema nervoso central e ao fígado. Principais sintomas: Ingestão: tóxico. Pode intoxicar e causar cegueira. Sintomas paralelos a inalação. Inalação: Irritante para membranas mucosas. Efeitos tóxicos no sistema nervoso, particularmente no nervo ótico. Uma vez absorvido é vagarosa sua eliminação. Os sintomas de uma superexposição podem incluir dor de cabeça, perda de consciência, náuseas, vômitos, visão turva, cegueira, coma e morte. A pessoa pode melhorar, mas voltar a ficar mal após 30 horas. Contato com a Pele: causa ressecamento. No caso de absorção os efeitos podem ser aqueles da inalação. Contato com os olhos: irritante. Exposição continua pode causar lesão nos olhos. Classificação do produto químico: produto classificado pela ONU como inflamável. Visão geral de emergências: em caso de vazamentos, incêndios e contaminação humana ou ambiental acionar as autoridades locais e assistência médica imediatamente. Emergências: Após o início do fogo não há riscos de explosões, no compartimento ou recipiente em chamas. Deve-se isolar a área, não permitir a aproximação de pessoas. Avisar imediatamente o corpo de bombeiros, inicie o combate ao fogo aplicando água na forma de neblina na lateral do recipiente em chamas e resfrie todos os recipientes adjacentes quando houver, estando posicionado sempre a favor do vento e mantendo distância segura até a chegada do corpo de bombeiros. 4 – Medidas de Primeiros Socorros Sintomas e efeitos: Irritante para os olhos , vias respiratórias e pele . O produto é absorvido pela prontamente através da pele e pode causar efeitos tóxicos . O contato repetido causa desidratação da pele e dermatite irritante . Nocivo por inalação e ingestão . Risco de efeitos graves para a saúde em casos de exposição prolongada . Possibilidade de efeitos irreversíveis . Primeiros Socorros Informações Gerais Em caso de dúvidas, ou quando os sintomas persistirem, procurar cuidado médico. Inalação: Transportar para o ar fresco, em repouso , em posição meio vertical , com a roupa desapertada . Oxigênio ou respiração artificial se houver dificuldade na respiração Após exposição prolongada , procurar assistência médica . Pele Lavar logo com abundante quantidade de água . Tirar logo a roupa contaminada.Consultar o médico no caso de irritação da pele ou desenvolvimento de erupções cutâneas . Olhos Lavar imediatamente com abundante quantidade de água durante o maior espaço de tempo possível . As pálpebras devem ser seguras afastadas dos globos oculares para se certificar de que se faz uma lavagem completa . Procurar sempre o conselho médico. Ingestão Enxaguar a boca e dar água para beber NÃO induzir o vômito devido ao risco de inalação . Procurar conselho médico . Recomendações ao médico Aconselha-se tratamento sintomático. Nenhum antídoto específico é conhecido . 5 – Medidas de Combate a Incêndio Meios de extinção Os meios usuais . Meios impróprios de extinção Nenhuma conhecida Perigos especiais de exposição Reage violentamente com acetona . alumínio ( pó ) , e álcalis . Produtos com risco de decomposição/combustão Cloreto de Hidrogênio e fosfogênio. Equipamento de segurança Usar um aparelho de respiração autônomo. Outras informações Resfriar recipientes fechados com água . 6 – Medidas de Controle de Vazamento e Derramamento Precauções Individuais Evitar respirar os vapores . Vestir equipamento respiratório adequado. Evitar contato com a pele e olhos . Utilizar vestuário de proteção e luvas adequadas . Precauções Ambientais Não descarregar para o esgoto. Métodos de limpeza Isolar a área do derramamento. Ventilar a área . Recolher a maior quantidade possível em um recipiente limpo para (preferencialmente) usar de novo ou eliminar . Cobrir o restante com absorvente inerte(vermiculita) para eliminação. 7 – Manuseio e Armazenamento Manuseio Manusear em áreas bem ventiladas . Não comer , beber ou fumar na área de aplicação . Prevenção contra incêndio Resfriar recipientes fechados com água . ( Se envolvido com incêndio ) . Requisitos para armazenagem Manter o recipiente bem fechado em local bem ventilado, longe de fontes de calor e da luz direta do sol . Não armazenar junto com produtos fortemente alcalinos e oxidantes. Não armazenar em container de alumínio . Manter afastado de alimentos e bebidas incluindo os dos animais . 8 – Controle de Exposição e Proteção Individual Indicadores biológicos: Em alguns países europeus o limite é de 5 mg/l correspondendo a uma exposição limite de 200 ppm no ambiente de trabalho. Irritação a 1000 ppm, propriedades de aviso olfativo fracas. Limite crítico de odores 2000 ppm. Limites de tolerância: L.T: 156 ppm (ou 200 mg/m-3)/BR STEL: 250 ppm (pele). OSHA- PEL: 200 ppm (TWA) ACGIH (TLV): 200 ppm NIOSH/TWA: 1000 ppm (1880 mg/m³) para 10 horas NIOSH/STEL: ND DFG MAK: 1900 mg/m³ (1000 ml/m³) 4 trocas de ar por hora Equipamentos de Proteção Individual: Proteção respiratória: Máscara panorâmica dotada com filtro polivalente ou para vapores orgânicos. Mascara de oxigênio para situações em que as concentrações excedam os limites de exposição. Proteção das mãos: luvas de neoprene ou nitrílicas. Proteção dos olhos: Óculos de segurança tipo ampla visão. Proteção da pele e do corpo: roupa de proteção. 9 – Propriedades Físico-Químicas Estado Físico Líquido Cor Incolor Cheiro Característico Ponto/ Intervalo de ebulição 61,2ºC ( 101,3 kPa) Ponto/ intervalo de fusão -63,5ºC Ponto de inflamação Não Aplicável Inflamabilidade Não Inflamãvel Temperatura de autoignição Não Aplicável Propiedade explosiva Não Aplicável Limite de explosão Não Aplicável Propriedades de oxidação Não Aplicável Pressão de Vapor 21,2 kPa ( 20ºC) Densidade Aprox. 1477 Kg/m3 (20ºC) Densidade de Massa Não relevante Solubilidade em água 8 g/l (20ºC) Solubilidade em outros solventes Solúvel em éter (20ºC) pH Não relevante Coeficiente de particação Log Pow 2.0 ( 25ºC) Densidade relativa do vapor Não determinado Viscosidade 0,57 mPa.s (20ºC) Solúvel em água. 10 – Estabilidade e Reatividade Estabilidade química: estável. Condições a evitar: luz solar direta, alta temperatura, umidade e fontes de ignição. Materiais ou substâncias incompatíveis: agentes oxidantes fortes, alguns plásticos e coberturas. Pode reagir com alumínio e gerar hidrogênio. Aditivos e inibidores: não aplicável Produtos perigosos da decomposição: monóxido de carbono e dióxido de carbono, formaldeído. Incompatibilidades: Materiais/Substâncias Reação Acetaldeído Violenta reação de condensação Acetil Cloridrico Reação violenta Ácido Disulfúrico e Ácido Nitrico Possível explosão Ácido Nitrico Reação violenta Ácido Perclorito Explosão Ácido Sulfúrico e Dicromato de Sódio Possível explosão Anidro Acético Possível explosão Anidro Crômico Ignição Cloreto de Acetila Violenta reação Dióxido de Potássio Reação violenta, possível explosão Hexafluoreto de Urânio Violenta reação Hidróxido de Amônio e Oxido de Prata Formação de explosivo Nitrato de Prata Hipoclorito de Cálcio Possível ignição Metais Carbonados – Potássio Liberação de gás inflamáveis Nitrato de Mercúrio Formação de composto explosivo Oxido de Fósforo Ignição Oxido de Rutênio Formação de composto explosivo Perclorato de Bário Formação de composto explosivo Perclorato de Potássio Possível explosão Perclorato de Prata Composto explosivo, quando misturado Percloratos Podem formar composto explosivos quando misturados Permanganato de Potássio Possível explosão Permanganatos e Ácido Sulfúrico Explosão Peróxido de Hidrogênio Formação de composto de alta explosividade Peróxido de Hidrogênio + Ácido Sulfúrico Possível explosão Peróxido de Sódio Reação violenta Platina Ignição Potássio Reação violenta Prata e Ácido Nitrico Formação de composto explosivo Prata e Nitrato Formação de composto explosivo Sódio Livre Possível explosão Sulfato Hidrogenado de Sódio Possível explosão Produtos perigosos que podem ser formados com a decomposição: Óxidos de Carbono. 11- Informação Toxicológica Toxicidade Aguda: Oral DL 50: Ratos : 908-2000 mg/Kg Dérmico DL 50: Coelho : > 3980 mg/kg Inalação CL 50: Ratos : 47,7 mg/l ( 4 horas ) Irritação: Pele: Irritante para a pele . Olhos: Irritante para os olhos . Respiratória: Irritante para as vias respiratórias . Genotoxicidade: Não mutagênico ( exceto prova AMES ) . Outras informações: Carcinogênio categoria 3 CEE : Substância que causa preocupação ao homem Toxicológicas: devido a possíveis efeitos carcinógenos . Toxicidade Crônica: envenenamento sistemático, perturbações cerebrais, conjuntivites, diminuição da visão e cegueira. A inalação continuada agrava sintomas tais como efisema ou bronquite. O contato cutâneo repetido pode causar irritação, secura e pele estalada. Causou efeito de nascença em ratos expostos a 20000 ppm. Efeitos específicos: no estado vapor o metanol tem absorção pulmonar facilitada. Uma vez absorvido o composto é biotransformado pelo sistema álcool-desidrogenase ao formaldeído que é convertido em ácido fórmico. O produto fina da oxidação (dióxido de carbono) é eliminado no ar expirado. Além destas, existem outras vias metabólicas como a conjugação glicuronídea, e a formação de colina a partir do formaldeído e ácido fórmico. Os produtos da biotransformação são eliminados pela urina e ar expirado. 12 – Informações Ecológicas a) Mobilidade: compostos orgânicos voláteis: 100% No solo, migrará até águas subterrâneas e;ou evaporará rapidamente. Na água, sua meia vida é de 106 dias. No ar, persistirá como aerosol por uma curta, sofrendo degradação fotoquímica produzida por radicais hidroxil, sendo o metanol residual removido da atmosfera por precipitação pluviométrica. b) Persistência/degradabilidade: Deve se tomar um cuidado extremo para o produto não contaminar o solo e a água, por não ser totalmente solúvel. Biodegradabilidade de 1 a 10 dias. c)Ecotoxicidade: Peixe: Toxicidade aguda, 96h-LC50: 18-300 mg/l Daphnia: Toxicidade aguda 48h-EC50 : 90-950 mg/l Fado: Degradação biótico: Não facilmente biodegradável . Bioacumulação: Fator de Bio Concentração : < 5 13 – Considerações sobre Tratamento e Disposição Produto Recomenda-se a eliminação do produto e/ou restos dele, por incineração controlada ou disposição em aterros apropriados para esta finalidade . Dispor somente em locais licenciados pelo órgão ambiental regional. Classificar o resíduo deste produto conforme NBR 10004 e obter CADRI ( Certificado de Aprovação de Destinação de Resíduos Industriais ) junto ao órgão ambiental regional . Embalagens utilizadas Não reaproveitar a embalagem original. Eliminação de embalagens vazias pode ser feita através de empresas especializadas para este fim desde que sejam atendidos as exigências legais existentes e acordado com órgão ambiental vigente conforme dito acima. 14 – Informações Sobre o Transporte Transporte Rodoviário U.N. nº 1888 Classe de Risco: 60 Nome de Embarque apropriado: TRICLOROMETANO. Grupo de embalagem: 3 Transporte marítimo –IMDG U.N. nº 1888 Classe de Risco: 6.1 Poluente Marinho : Não EMS: 6,1-0,2 MFAG: 340 Nome de Embarque apropriado: TRICLOROMETANO. Grupo de embalagem: 3 Transporte aéreo: - IATA-DGR U.N. nº 1888 Classe de Risco: 6 Nome de Embarque apropriado: Triclorometano Grupo de embalagem: 3 15 – Regulamentações Etiquetagem conforme as diretivas da CE Número –CE 602-006-00-4 Classificação Anexo 1 CEE Frases de R(isco) R22 – Nocivo por ingestão R38 – Irritante para a pele R40 – Possibilidade de feitos irreversíveis. R48/20/22 – Nocivo : Risco de efeitos graves para a saúde em caso de exposição prolongada por inalação e ingestão . Frases de S(egurança) S36/37– Usar vestimentas de proteção e luvas adequadas (WGK) – Wassergefahrdungsklasse 3 Para o transporte rodoviário aplicam-se as seguintes normas: - Decreto lei nº 96044 de 18/05/88 – Regulamentação do transporte de produtos perigosos. - Portaria MT 204 de 20/05/1997 – Instrução complementar aos regulamentos dos transportes Rodoviário e Ferroviário de Produtos Perigosos - NBR 7500 _ Símbolos de riscos e manuseio para o transporte de produtos perigosos. - NBR 7501- Terminologia: transportes de produtos perigosos. - NBR 7502- Transportes de Cargas perigosas - NBR 7503 – Ficha de emergência para o transporte de produto perigoso – Características e dimensões. - NBR 7504 – Envelope para transporte de produtos perigosos – Dimensões e utilização. - NBR 8285 – Preenchimento da ficha de emergência para o transporte de produtos perigosos. - NBR 8286 – Emprego de simbologia para o transporte de produtos perigosos – Procedimentos. - NBR 9734 – Conjunto de equipamentos de proteção individual para avaliação de emergência e fuga no transporte de produtos perigosos. - NBR 9735 – Conjunto de equipamentos para emergência no transporte rodoviário de produtos perigosos. PRODUTO CONTROLADO PELA POLÍCIA FEDERAL. NECESSITA-SE DE LICENÇA PARA AQUISIÇÃO, VENDA, TRANSPORTE E MANUSEIO. 16 – Outras informações Nos locais onde se manipulam produtos químicos deverá ser realizado o monitoramento da exposição dos trabalhadores, conforme PPRA (Programa de Prevenção de Riscos Ambientais) da NR-9. Funcionários que manipulam produtos químicos, em geral, devem ser monitorados biológicamente conforme o PCMSO (Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional) da NR- 7. As informações e recomendações constantes desta publicação foram pesquisadas e compiladas de fontes idôneas, dos MSDS dos fornecedores e de legislações aplicáveis ao produto. Os dados dessa Ficha referem-se a um produto específico e podem não ser válidos onde esse produto estiver sendo usado em combinação com outros. A EMFAL – Especialidades Químicas com os fatos desta ficha, não pretende estabelecer informações absolutas e definitivas sobre o produto e seus riscos, mas subsidiar com informações, diante do que se conhece, os seus funcionários e clientes para sua proteção individual, manutenção da continuidade operacional e preservação do Meio Ambiente.
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