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Eter Sulfúrico

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Eter Etílico Frasco 1000 ML



Eter Etílico frasco c/ 1000 ML






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Solvente orgâncico

  
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  • FISPQ
    ________________________________ FISPQ ___
    FICHA DE INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA DE PRODUTOS
    QUÍMICOS
    FISPQ Nº: 226                                                                                  Última Revisão: 04/01/2009
    1 – Identificação do Produto e da Empresa
    Nome do Produto: ÉTER SULFURICO
    Empresa: EMFAL – Especialidades Químicas
    Endereço: Rua: Triangulo, 105 – Jardim Piemonte – Betim/MG
    Tel/Fax: (31) 3597-1020
    E-mail: emfal@emfal.com.br
    2 – Composição e Informações
    Nome químico ou nome genérico: Éter Etílico.
    Sinônimo: Éter etílico, éter, éter sulfúrico, éter dietílico, óxido etílico
    Registro no Chemical Abstract Service (N.° CAS ): 60-29-7
    INCI: ÉTER
    Ingrediente: sintética
    Nº  da ONU: 1170
    Classe de risco: 3
    Rotulagem de perigo: Líquido inflamável
    3 – Identificação de Perigos
    Perigos mais importantes: O éter etílico é considerado um produto com baixo teor de toxidez.
    Seu maior risco é incêndio e explosão por ser um líquido inflamável e muito volátil.
    Efeitos do produto: Pode atingir olhos, pele e o trato respiratório. A exposição à vapores de
    éter etílico durante muito tempo causa embriaguez, levando à inconsciência.
    Efeitos adverso à saúde humana
    Embora a toxidez do éter etílico seja baixa , se inalado ou em contato com a pele ou olhos causa
    irritação e queimaduras.
    Se inalado em pequenas quantidades provoca irritação no trato respiratório e provoca tonturas. Em
    grandes quantidades causa excitação , irritação, sonolência e torpor , podendo levar à
    inconsciência. Após longa e grave exposição, pode ocorrer a morte devido à falha respiratória.
    Todos os efeitos citados são decorrentes da ação do éter etílico no sistema nervoso central.
    Em contato com os olhos causa forte irritação, provocando inflamação crônica nas membranas das
    mucosas.
    Em função da freqüência e duração da exposição do éter etílico em contato com a pele causa
    dermatite seca e escamosa.
    A inalação do éter etílico continuamente, resultará numa crescente secreção dos brônquios.
    Efeitos Ambientais
    Pode ser um líquido altamente inflamável e volátil os seus vapores formam misturas explosivas
    com o ar e podem causar incêndios e explosões com a liberação de monóxido de carbono e
    dióxido de carbono. Um incêndio ou uma explosão, causarão destruição da vegetação e de
    animais, através de chamas e deslocamento de ar.
    O éter etílico se derramado em rios ou riachos irá consumir o oxigênio das águas, provocando a
    vida vegeta e animal que habitam nesses locais.
    Perigos Físicos e Riscos Químicos: O éter etílico na presença de oxigênio formará peróxidos que
    podem explodir à temperatura em torno de 100 ºC . Por não ser condutivo pode gerar cargas
    estáticas que podem resultar em sua ignição ou explosão de seus vapores. O éter etílico reage
    com materiais oxidantes.
    Perigos Específicos: Evitar a exposição do produto ao calor, chamas e centelhas, pois são fatores
    que podem iniciar o éter etílico causando incêndio ou explosão . Evitar o contato com oxigênio para
    não formar peróxidos e manter o produto longe de materiais oxidantes.    
    Principais Sintomas: Irritação das vias aéreas superiores, irritação dos olhos, demartites,
    sonolência, torpor e tonturas .
    Classificação do Produto Químico
    Nº da ONU: 1135
    Classe do risco: 3
    Nº de Risco: 33
    Rótulo de Risco: Líquido Inflamável
    Grupo de Embalagem: I
     
    Visão Geral de Emergência
    Em caso de grandes vazamentos, isole e evacue a área . Procure bloquear o vazamento, conter o
    líquido derramado, usando máscara autônoma ou máscara facial com filtro químico para vapores
    orgânicos.
    Impedir o acesso de pessoas nas áreas contaminadas se não estiverem usando máscaras
    autônomas ou máscaras facial com filtro para vapores orgânicos.
    Não permitir no local do vazamento quaisquer tipo de aparelho ou equipamento que possa gerar
    calor, centelhas ou faíscas.
    4 – Medidas de Primeiros Socorros
    Inalação: Remover a pessoa para uma área não contaminada e arejada, mantendo-a quieta e
    aquecida. Havendo disponibilidade deverá ser administrado o oxigênio, caso contrário, deve-se
    aplicar o método de respiração artificial. Havendo parada respiratória, encaminha imediatamente
    ao Pronto Socorro ou Hospital mais próximo.
    Contato com a pele: Lavar o corpo ou parte do corpo atingida com bastante água, durante pelo
    menos 15 minutos. Retirar toda a roupa e calçado atingidos pelo éter etílico e encaminha
    imediatamente ao Pronto Socorro ou Hospital mais próximo.
    Contato com os olhos: Lavar imediatamente com água corrente durante pelo menos 15 minutos ,
    levantando as pálpebras para total remoção do produto. Em seguida encaminhar a pessoa ao
    Pronto Socorro ou Hospital mais próximo.  
    Ingestão: Não induzir a pessoa ao vômito. Se a pessoa estiver consciente dar água na
    quantidade de 240 a 300 ml, se inconsciente deve-se apenas molhar os lábios. Em seguida
    encaminhar ao Pronto Socorro ou Hospital mais próximo. Em caso de parada respiratória iniciar a
    respiração artificial, utilizando o pessoal treinado para tal.
    Ações que devem ser evitadas: Permanecer com a vítima no local contaminado. Induzir ao
    vômito.
    Principais sintomas e efeitos: Sendo um depressor do sistema nervoso central o éter etílico em
    alta concentração causa tontura, sonolência, torpor e inconsciência. Seus efeitos através da
    inalação , contato com pele e olhos  causam irritação, queimaduras e dermatoses.
    Proteção do prestador de socorros: Usar equipamentos de proteção individual, tais como luvas
    látex ou PVC e máscaras respiratórias com filtros para vapores orgânicos.
    5 – Medidas de Combate a Incêndio
    Meios de extinção apropriados: O ideal para combater incêndios, envolvendo éter etílico é o uso
    de pó químico seco, espuma mecânica e gás carbônico. A água em forma de spray pode ser usada
    para dispersar os vapores e proteger os operadores que estão reparando o vazamento. A água em
    forma de spray serve também para formar um cortina entre o  derramamento e a fonte de calor.  
    Meios de extinção não apropriados: O uso de água em jato sólidos podem conduzir o éter etílico
    em chamas para locais confinados, causando explosão ou para leito de rios ou riachos
    prejudicando a vida animal e vegetal presentes nestes locais.
    Perigos específicos: Sendo os vapores do éter etílico mais pesado que o ar, não devem penetrar
    em galerias, esgotos e vias pluviais, pois através de uma fonte de ignição pode explodir. O éter
    etílico flutua sobre a água e se incendiado levará chamas para outros locais.
    Proteção do bombeiros: Durante o incêndio utilizar máscara autônoma, máscaras com ar
    mandado ou com filtros para vapores orgânicos, capacete com protetor facial, roupas anti-chama e
    botina de segurança.
    6 – Medidas de Controle de Vazamento e Derramamento
    Remoção de fontes de ignição: Próximo de um local onde estiver acontecendo o vazamento ou
    derramamento do éter etílico, não deve permanecer qualquer tipo de objeto ou equipamento que
    possa gerar calor, faíscas ou centelhas.
    Equipamentos de Proteção Individual:
    Inalação: Uso de máscara respiratória autônoma, máscara com ar mandado ou com filtro para
    vapores orgânicos.
    Contato com a pele: Uso de roupas com tecidos composto com 70 % de poliéster e 30 % de
    algodão ( mangas compridas ). Roupa de PVC .
    Contato com os olhos: Uso de óculos de segurança tipo panorâmico ou ampla visão e protetor
    facial.
     
    Precauções ao meio ambiente: Evitar através de diques de contenção com a terra ou areia,
    valetas ou mantas próprias para absorção, que o líquido derramado atinja rios ou riachos.
    Evitar o uso de qualquer tipo de objeto ou equipamento gerador de calor, chamas ou centelhas
    para não provocar incêndio ou explosão.
    Métodos para limpeza: Durante a limpeza o pessoal envolvido deve usar o equipamento de
    proteção individual adequado citado no início deste item (6). Isolar a área e evitar a presença de
    equipamentos que possam gerar calor, faísca ou centelhas.
    Recuperação: Não existe condição de recuperação, pois além de inflamável o éter etílico é
    altamente volátil.
    Disposição: Recolher os restos através de absorção por terra, areia ou outro absorvente para
    posterior destruição.  
    7 – Manuseio e Armazenamento
    Manuseio:
    Durante o manuseio com éter etílico, não deve estar na área qualquer tipo de objeto ou
    equipamento que possa gerar calor, faíscas, chamas ou centelhas.
    O pessoal envolvido em carregamento ou descarregamento do éter etílico deverá ser treinado para
    o trabalho, recebendo instruções específicas sobre os perigos que existem com relação ao produto.
    Ao manusear recipientes contendo éter etílico, as pessoas tem que utilizar equipamentos de
    proteção individual adequados citados no item 6 desta FISPQ.
    Junto aos locais onde se manuseia o éter etílico, deverá ser afixada uma placa com os dizeres
    "PROIBIDO FUMAR".
    Todo o sistema de ventilação, exaustão e sistema de eletricidade deve ser feito com material e
    equipamento à prova de explosão.
    Evitar contatos com materiais incompatíveis, como compostos de enxofre, de halogênicos e
    oxidantes fortes, pois podem aumentar o risco de incêndio e explosão.
    Todos os recipientes contendo éter etílico devem ser devidamente rotulados e fechados quando
    não estão sendo manuseados.
    Recipientes vazios não devem sofrer qualquer tipo de agressão física, pois no seu interior podem
    existir vapores de éter etílico e a possibilidade da presença de peróxidos.
    Equipes treinadas (Brigadinhas de Incêndio e Socorristas) devem estar presentes durante o
    manuseio com éter etílico, além da presença de extintores de incêndio adequados e material inerte
    para recolhimento de resíduos do produto.
    Armazenamento:   
    O armazenamento do éter etílico deve ser construído em local frio (temperatura menor que 30 ºC),
    seco, bem ventilado, com proteção da luz solar direta e afastado de objetos ou equipamentos que
    possam gerar calor, faíscas, chamas ou centelhas.  
    O local deve possuir aterramento para escoamento da eletricidade estática, evitando o seu
    acúmulo. Também, o sistema de eletricidade deve ser construído com o material e equipamento à
    prova de explosão.
    O local de armazenamento do éter etílico deve ser separado da área de trabalho.
    O éter não deve ser armazenado junto com agentes oxidantes, compostos de enxofre e halogênios,
    pois são incompatíveis. O contato com estes materiais aumenta o risco de incêndio e explosão.
    Instalação no local de aparelhos como termômetro e termo-higrômetro para monitorar a
    temperatura e a umidade relativa do ar.
    Todas as áreas de armazenagem de éter etílico devem ser providas de sistema automáticos de
    sprinklers.  
    Depósito de armazenamento de éter etílico devem ser identificados da seguinte forma: "LÍQUIDO
    INFLAMÁVEL"
    O produto pode ser embalado em bombona retangular de polietileno de alta densidade na cor preta
    fluoretada, fechado com tampa de polietileno rosqueável com lacre, com capacidade para 10 e 20
    litros. Também pode ser transportado em tambor de ferro, revestido internamente com material
    anti-oxidante,  fechado com tampa rosqueável com lacre.
    O éter etílico não deve ser transportado em recipientes que deixem passar luz, principalmente a
    solar.
    8 – Controle de Exposição e Proteção Individual
    Ambiente de Trabalho:
    Instalação de sistema de exaustão para gases, feito com equipamentos à prova de  explosão.  
    Também toda a instalação elétrica deve ser feita com material e equipamento à prova de
    explosão .
    Instalação de chuveiros de emergência e lava-olhos.
    Separação de roupas contaminadas das roupas normais.
    Manter os EPI's limpos, em bom estado de conservação, devidamente higienizados e
    acondicionados em local próprio.
    Limites de exposição ocupacional
    Nível de ação: 155 ppm
    Limite de tolerância: 310 ppm  
    Equipamentos de proteção individual para manuseio  
    Proteção respiratória: máscara semi-facial com filtro químico para vapores orgânicos.
    Proteção das mãos: Luvas de PVC para contato realizado em curto espaço de tempo. Luvas de
    TEFLON para trabalhos prolongados.
    Proteção dos olhos: Óculos tipo ampla-visão e  protetor facial.
    9 – Propriedades Físico-Químicas
    TESTE ESPECIFICAÇÃO
    Estado Físico  líquido
    Cor Incolor
    Odor  Doce pungente
    Ponto de Ebulição 34,6º C
    Ponto de Fulgor - 40º C
    Limite Inferior de
    Explosividade
    1,85%
    Limite Superior de
    Explosividade
    36,5%
    Pressão de Vapor  : 442 mm Hg (20 º C)
    Densidade do Vapor 2,56 (ar = 1)
    Densidade Relativa (água = 1) 0,7135 a 20º / 40 ºC
    Solubilidade em água A temperatura de 20º C se
    dissolve na proporção de 1
    parte de éter para 14 partes
    de água, ou 7,5g por 100 ml
    de água.
    Solubilidade em outros
    solventes
    álcool, éter de petróleo,
    clorofórmio, benzeno e óleos.
    10 – Estabilidade e Reatividade
    Embora o éter não seja reativo, algumas providências tem que ocorrer para evitar acidentes:
    Por ser um líquido inflamável altamente volátil, deve ser evitado sua exposição a altas
    temperaturas.
    Choque ou atritos durante o seu manuseio devem ser evitados, pois centelhas e fagulhas podem
    iniciar um incêndio ou mesmo uma explosão.
    A exposição do éter à luz solar deve ser evitada pois pode haver a formação de peróxidos com
    possibilidade de explosão espontânea.
    Os locais de armazenamento devem ser protegidos com sistemas de pára-raios.  
    Durante o carregamento ou descarregamento do éter, pode haver um sistema de aterramento para
    descarga de eletricidade estática.
    O éter não deve ser armazenado ou transportado com materiais oxidantes.
    Para evitar a formação de peróxidos é adicionado ao éter o estabilizante IONOL B.
    Deve-se evitar que vazamentos de éter se dirijam para esgotos ou vias pluviais, porque haverá
    risco de incêndio ou explosão.
    Durante a combustão do éter etílico, acontece a formação de monóxido de carbono (CO) e dióxido
    de carbono (CO2).
    O éter etílico é usado corretamente para fabricação de explosivos primários (iniciadores) e como
    gelatinizante na fabricação de pólvora de base simples.
    É usado indevidamente para elaboração ilícita de entorpecentes, psicotrópicos ou que determinem
    dependência física ou psíquica.
    11- Informação Toxicológica
    A toxidez do éter etílico é baixa, ele é absorvido quase que instantaneamente pelos pulmões e
    muito rapidamente pelo trato intestinal. Não sofrendo nenhuma mudança química no corpo, é
    rapidamente eliminado, quase quantitativamente, pelos pulmões. Uma pequena quantidade é
    eliminada pela urina, transpiração e outros fluídos do corpo. Por agir diretamente no sistema
    nervoso central a intoxicação aguda pelo éter, chamado de "embriaguez de éter", causa euforia,
    excitação e irritabilidade, que dão lugar à confusão, sonolência e torpor à medida que aumenta a
    quantidade de vapores inalados.
    Após a longa e grave exposição pode ocorrer a morte devido à falha respiratória.
    Efeitos locais:
    Se inalado, além de provocar irritação, no trato respiratório, em pequenas quantidades causa
    tonturas e em quantidades maiores causa, excitação, irritação, sonolência e torpor, podendo levar à
    inconsciência.
    Em contato com os olhos causa forte irritação, provocando inflamação crônica das membranas
    mucosas.
    Dependendo da freqüência e duração da exposição da pele ao éter, pode causar dermatite seca ou
    escamosa em função da ação desengordurante do líquido.
    Se ingerido, o éter causará irritação e queimaduras no aparelho digestivo, em função da acidez do
    líquido.
    Após a exposição a concentrações sub - letais de éter, a vítima dorme por um período de tempo
    variável e normalmente desperta com dor de cabeça, perda de apetite, náuseas, vômitos,
    respiração aumentada, senso de confusão e irritabilidade.  .
    12 – Informações Ecológicas
     
    O éter etílico é altamente inflamável, e seus vapores formam misturas explosivas com o ar mesmo
    em baixas temperaturas. Um incêndio ou explosão causados por vapores de éter terá como
    consequência a formação de grandes quantidades de monóxido de carbono (CO) e dióxido de
    carbono (CO2) que irão poluir o ar.
    As chamas de um incêndio ou o deslocamento de ar provocado por uma possível explosão, com
    certeza afetarão a vegetação e os seres vivos no local do sinistro.
    Derramamentos irão afetar o solo em função da acidez do éter etílico. O éter etílico não é
    persistente, pois decompõe em substâncias naturais pela ação de microorganismos, porém se
    derramando em rios ou riachos irá consumir oxigênio da água, prejudicando a vida vegetal e animal
    que se encontram nesses locais.
    Dose letal para peixes: 1.000 mg/l.
    O éter etílico não tem tendência a se acumular nos sistemas marinhos.
    13 – Considerações sobre Tratamento e Disposição
    Todo recipiente de éter etílico deve levar um rótulo: éter etílico.
    Perigo: Extremamente Inflamável,  
                - Altamente Volátil,  
                - Mantenha-o longe do calor e de chama exposta ,  
                - Mantenha o recipiente fortemente fechado.
    Os tambores usados no transporte de éter não devem ser usados para qualquer outro produto.
    Antes do tambor ser destinado à sucata, ele deverá ser cuidadosamente limpo. Após seu conteúdo
    ser sido meticulosamente drenado, ele deverá ser completamente limpo com vapor de água com a
    temperatura superior a temperatura de ebulição (34,6º C), para  remoção dos vapores de éter.
    Restos de éter etílico provenientes de derramamentos ou vazamentos devem ser recolhidos,
    misturado em areia seca ou outro material inerte. Em seguida, devem ser levados para o
    crematório (local próprio para destruição de inflamáveis e explosivos) e incinerados, seguindo
    normas específicas para destruição.
    Se os tambores tiverem que ser desenvolvidos aos fornecedores é essencial que os tampões
    sejam fortemente ajustados em seu lugar, de preferência com gaxetas novas.
    Todas as ferramentas usadas no carregamento e descarregamento deverão ser do tipo que não
    produza centelha, e os tampões jamais deverão ser golpeados com ferramentas ou outros objetos.
    14 – Informações Sobre o Transporte
    Transporte rodoviário
    Número da ONU: 1155
    Nome adequado para embarque: éter etílico
    Classe de risco: 3
    Número de risco: 33  
    Precauções especiais no transporte.
    Para o transporte é obrigatório: EPI´s, Kits de Emergência, Envelope com Ficha de Emergência e
    Simbologia de Risco.
    O veículo deve estar em boas condições gerais; o motorista vestido adequadamente (Calça,
    camisa e calçado fechado) e com o Certificado do Curso para Movimentação de Produtos
    Perigosos.
    EPI´s obrigatórios para o transporte: óculos de segurança do tipo ampla visão, protetor facial,
    máscara semi-facial com filtro para vapores de solventes, capacete de segurança, botas de
    borracha, avental de PVC e conjunto de sitell-fill.
    Devem existir no caminhão: calços de madeira para os pneus; 100 m de fita zebrada ou corda para
    isolamento de área em caso de acidente, cones e placas de aviso; enxadas e pás de fibra; cartão
    telefônico, caixa de primeiros socorros, lanterna com duas ou três pilhas e extintor de incêndio.
    (CO2 e H2O)
     
    Transporte ferroviário
     
    Número da ONU: 1155
    Nome adequado para embarque: éter etílico
    Classe de risco: 3
    Número de risco: 33
     
    Precauções especiais no transporte.
    É proibido entrar em vagão ou em equipamento com aparelhos de iluminação a chama. Além disso,
    não devem ser utilizados aparelhos e equipamentos capazes de produzir ignição dos produtos ou
    de seus gases e vapores. Materiais facilmente inflamáveis não devem ser utilizados para estivar as
    embalagens nos veículos.  
    Durante as operações de carga e descarga de líquidos inflamáveis a granel, os vagões tanques
    deverão estar aterrados. Os equipamentos de proteção individual utilizados são os mesmos
    relacionados para o transporte rodoviário.
    Transporte aéreo
     
    Numero de ONU: 1155
    Nome adequado para embarque: éter etílico
    Classe de risco: 3
    Rótulo de risco: líquido inflamável  
    Grupo de embalagem: i
     
    Limite para transporte:
    Avião de passageiro: 1 litro
    Avião de carga: 30 litros
    Transporte marítimo
     
    Número da ONU: 1155
    Nome adequado para embarque: dietil éter
    Classe de risco: 3
    Número de risco: 33
    Grupo de embalagem: I
     
    Limite de transporte.
    Navio de carga e navio de passageiros com no máximo 25 passageiros ou 3 metros de
    comprimento.
    1- Frascos de vidro embalados em material inerte, absorvente e a prova de choque
    acondicionados em caixa de madeira = 05 litros.
    2- Lata de metal embalada em caixa de madeira = 30 litros.
    3- Tambores de metal = 450 litros.
    15 – Regulamentações
    -  As normas de controle e fiscalização de produtos químicos que possam ser destinados à
    elaboração ilícita de entorpecentes, psicotrópicos ou que determinem dependência física ou
    psíquica são regulamentadas através da Lei nº 10.357 publicada no DOU de 27/12/01.  
    -  Decreto 96.044/88: Regulamentação do transporte rodoviário de produtos perigosos.
    -  Portaria MT 204/97:  Instruções complementares ao regulamento do transporte terrestre de
    produtos perigosos.
    Informações sobre riscos e segurança, conforme escritas no rótulo do produto:
    -  Manter longe de calor, faíscas ou chamas expostas.
    -  Evitar inalação de vapor, e/ou contato prolongado e repetitivo com a pele.
    -  Manter o recipiente fechado.
    -  Pode formar peróxidos explosivos.
    -  Não deixar evaporar até a secagem.
    -  Em caso de fogo, usar pó químico seco, espuma mecânica ou gás carbônico (CO2).
    16 – Outras informações
    Nos locais onde se manipulam produtos químicos deverá ser realizado o monitoramento da
    exposição dos trabalhadores, conforme PPRA (Programa de Prevenção de Riscos Ambientais) da
    NR-9. Funcionários que manipulam produtos químicos, em geral, devem ser monitorados
    biológicamente conforme o PCMSO (Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional) da NR-
    7.
    As informações e recomendações constantes desta publicação foram pesquisadas e compiladas
    de fontes idôneas, dos MSDS dos fornecedores e de legislações aplicáveis ao produto.
    Os dados dessa Ficha referem-se a um produto específico e podem não ser válidos onde esse
    produto estiver sendo usado em combinação com outros. A EMFAL – Especialidades Químicas
    com os fatos desta ficha, não pretende estabelecer informações absolutas e definitivas sobre o
    produto e seus riscos, mas subsidiar com informações, diante do que se conhece, os seus
    funcionários e clientes para sua proteção individual, manutenção da continuidade operacional e
    preservação do Meio Ambiente.
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