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Trietanolamina W99 BB 10 Kg

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Trietanolamina W99 BB 10 Kg



Trietanolamina w99 bombona c/ 10 kg






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Característica do produto:
 

Trietanolamina w99 - neutralizante p/ géis, regulador de ph.

  
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  • FISPQ
    ________________________________ FISPQ ___
    FICHA DE INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA DE PRODUTOS
    QUÍMICOS
                                                                                                         Última Revisão: 08/01/2008
                      
    1 – Identificação do Produto e da Empresa
    Nome do Produto:      TRIETANOLAMINA
    Empresa: EMFAL – Especialidades Químicas
    Endereço: Rua: K, 105 – Jardim Piemonte – Betim/MG
    Tel/Fax: (31) 3597-1020
    E-mail: emfal@emfal.com.br
    2 – Composição e Informações sobre os ingredientes
    Denominação: Trietanolamina
    Fórmula: C6H15NO3     M.=149,19      CAS [102-71-6]     
    Número CE (EINECS): 203-049-8    
    Natureza Química: Mistura de Alcanolaminas
    Ingredientes ou impurezas que contribuam para o perigo
    Nome químico ou genérico de cada ingrediente que contribua para o perigo
    Trietanolamina
    Dietanolamina
    Concentração ou faixa de concentração de cada ingrediente que contribua para o perigo
    Trietanolamina - 85 - 89%
    Dietanolamina - 11 - 15%
    3 – Identificação de Perigos
    Efeitos do Produto
    Perigos mais importantes: nocivo se inalado, se absorvido pela pele ou ingerido. Causa irritação
    nos olhos e na pele. Exposições repetitivas podem causar lesões no fígado e nos rins.
    Efeitos adversos à saúde humana
    Inalação: vapores ou névoas liberados do material aquecido podem causar irritação do trato
    respiratório, na forma de desconforto nasal e coriza, dor no peito e tosse.
     
    Olhos: causa irritação moderada à grave, com sensações como desconforto ou dor, piscar e
    lacrimejamento excessivos, vermelhidão intensa e inchaço da conjuntiva. Causa lesão na córnea.
    Pele: o contato breve pode causar uma leve irritação, com coceira e vermelhidão no local. O
    contato prolongado causa uma irritação mais grave, com desconforto ou dor. Vermelhidão e
    inchaço no local, possível destruição dos tecidos.
    Absorção pela pele: contato prolongado ou repetido pode resultar na absorção de quantidades
    potencialmente prejudiciais do material.
    Ingestão: moderadamente tóxico. Pode causar queimação e dor, na boca e na garganta, peito e
    abdômem, náuseas, vômitos, diarréia. Pode causar tontura, sonolência, desmaios, fraqueza,
    colapso e coma.
    Perigos Físicos e Químicos
    Vide seção 10.
    Principais sintomas
    A superexposição repetida pode causar lesões nos rins e no fígado. O contato com a pele pode
    causar sensibilização e reação alérgica em um pequeno grupo de indivíduos ou então pode agravar
    uma dermatite existente. A inalação do material pode agravar a asma e os distúrbios pulmonares
    inflamatórios ou fibróticos.
    4 – Medidas de Primeiros Socorros
    Indicações gerais
    Em caso de perda de consciência nunca dar de beber nem provocar o vomito.
    Inalação
    Remova para local descontaminado.
    Contato com a Pele
    Retire roupas e sapatos contaminados. Lave a pele com água e sabão. Procure atendimento
    médico caso o contato tiver sido amplo e prolongado e se a irritação persistir. Lave as roupas antes
    de usá-las novamente.
    Contato com os Olhos
    Irrigue imediatamente os olhos com água, por tempo prolongado. Se estiver usando lentes de
    contato, NÃO as remova. Procure atendimento médico sem demora, de preferência um
    oftalmologista.
    Ingestão
    Dê dois copos de água ao paciente, se ele estiver completamente consciente. Induza ao vômito.
    Isto deverá ser feito somente por médicos ou por pessoas com experiência em primeiros socorros.
    Procure atendimento médico.
    Notas para o médico
    Não há antídoto específico. O tratamento da superexposição deve ser direcionado de acordo com
    os sintomas e as condições clínicas do paciente. Os riscos deste material são devidos
    principalmente às suas propriedades severamente irritantes sobre a pele e as mucosas.
    5 – Medidas de Combate a Incêndio
    Meios de extinção apropriados
    Para grandes incêndios, usar espumas para solventes polares ou para uso geral, segundo as
    técnicas recomendadas pelo fabricante. Para pequenos incêndios, use dióxido de carbono ou pó
    químico seco.
    Meios de extinção não apropriados
    Não disponível
    Perigos específicos
    Durante um incêndio, podem ser liberados óxidos de nitrogênio. A queima pode produzir os
    seguintes produtos: óxidos de carbono e nitrogênio. O monóxido de carbono é altamente tóxico, se
    inalado, o dióxido de carbono em concentrações suficientes, pode agir como um asfixiante. A
    superexposição aguda aos produtos da combustão pode resultar em irritação do trato respiratório.
    Métodos especiais
    Não direcione um jato sólido de água ou espuma sobre o material em combustão, isto pode causar
    respingos e aumentar a intensidade do fogo.
    Proteção dos bombeiros
    Use aparelho de respiração autônomo, proteção para os olhos e roupas de proteção.
    6 – Medidas de Controle de Vazamento e Derramamento
    Precauções pessoais
      Controle de Poeira
      Não aplicável.
      Prevenção da inalação e do contato com a pele, mucosas e olhos
      Evitar contato com olhos e pele.
      Usar equipamento de proteção adequado.
    Precauções ao meio ambiente
      Não disponível
    7 – Manuseio e Armazenamento
    Precauções individuais
    Evitar o contacto com a pele, os olhos e a roupa.
    Precauções para a proteção do meio ambiente
    Não permitir a passagem para o sistema de esgotos. Evitar a contaminação do solo, águas e de
    esgotos.
    Manuseio
    Medidas Técnicas
    Ventilação geral (mecânica) mecânica no recinto é geralmente suficiente, quando este produto for
    usado a temperatura ambiente. Exaustão especial é necessária nos pontos em que os vapores
    possam escapar para o ambiente de trabalho.
    Precauções e Orientações para manuseio seguro
    Não adicionar nitritos ou outros agentes nitrosantes. Pode ser formada uma nitrosamina que pode
    causar câncer.
    Armazenamento
    Recipientes bem fechados. Ambiente seco. Em local bem ventilado. Temperatura ambiente
    Produtos e materiais incompatíveis
    Vide seção 10.

    8 – Controle de Exposição e Proteção Individual:
    Medidas de controle de engenharia
    Liberação repentina de vapores ou névoas químicas orgânicas, de equipamentos de processo,
    operando temperaturas e pressões elevadas, ou o súbido ingresso de ar no equipamento a vácuo,
    pode resultar em ignições sem a presença óbvia de fontes de ignição. Valores de temperaturas de
    'auto-ignição' ou 'ignição' publicadas, não podem ser tratados como temperatura de operação
    seguras em processos químicos sem a análise das condições reais do processo.
    O uso deste produto em processos com temperaturas elevadas deve ser meticulosamente avaliado
    para assegurar que condições seguras de operação sejam estabelecidas e mantidas.
    Limites de exposição ocupacional
    Dietanolamina
    - 2 mg/m3 TWAB ACGIH - (Pele*)
    - 2 ppm TWAB ACGIH - (Pele*)
    - 3 ppm TWAB OSHA
    - 15 mg/m3 TWAB OSHA
    Trietanolamina
    - 5 mg/m3 TWAB ACGIH
    * indica uma contribuição potencial significativa por uma exposição global via cutânea (pele),
    incluindo membranas das mucosas e olhos, por contato com vapores ou por contato direto com a
    substância.
    Equipamento de proteção individual apropriados
    Proteção respiratória
    Usar aparelho de respiração autônomo em altas concentrações.
    Proteção das mãos
    Luvas de borracha em PVC. Butílicas.
    Proteção dos olhos
    Óculos de segurança contra respingos.
    Proteção da pele do corpo
    Avental impermeável.
    Precauções especiais
    Ventilação geral (mecânica) no recinto é geralmente suficiente, quando este produto for usado à
    temperatura ambiente. Exaustão especial é necessária nos pontos em que os vapores possam
    escapar para o ambiente de trabalho.
    Lava olhos e chuveiro de emergência.
    9 – Propriedades Fisico-Químicas:
    Estado físico Líquido
    Cor Incolor a amarelo claro.
    Odor Fraco de amônia.
    10 – Estabilidade e Reatividade
    Condições especificas  Estável
    Condições a evitar  Temperatura acima de 250°C. Pode sofrer uma auto-decomposição térmica.
    Materiais ou substâncias incompatíveis
    Agentes oxidantes fortes.
    Bases fortes.
    Ácidos fortes.
    Aldeídos.
    Cetonas.
    Acrilatos.
    Anídridos orgânicos.
    Haletos orgânicos.
    Informação complementar
    Higroscópico. Os gases/vapores podem formar misturas explosivas com o ar
    11- Informação Toxicológica
    Informações de acordo com as diferentes vias de exposição
    Há relatórios que indicam que a ingestão de dietanolamina (DEA) produziu lesões no sistema
    nervoso de cachorros e ratos. Lesões no coração e nas glândulas salivares também têm sido
    observadas em camudongos, tratados com DEA, por via cutânea e na água de beber.
    Os ratos que ingeriram grandes doses de DEA, desenvolveram anemia e lesões nos testículos. Foi
    observada uma grande incidência de algumas variações significativas no esqueleto, como, leve
    retardamento no desenvolvimento, somente nos fetos de ratos que ingeriram 1500 mg/kg/dia de
    DEA, via cutânea, que também causou uma toxicidade maternal significativa. Entretanto, não foram
    observadas má formação fetal, tanto em ratos como em coelhos, tratados de maneira similar.
    O Programa Nacional de Toxicologia conclui que há uma clara evidência de tumores no fígado, e
    certa evidência de tumores nos rins de camudongos com a derme exposta ao DEA, durante o
    período de vida. O significado desta descoberta e de sua importância para os seres humanos não
    induziu tumores em ratos ou em camudongos transgênicos, tratados de forma similar. Está em
    andamento pesquisa adicional designada a prover uma melhor compreensão do significado destas
    observações nos seres humanos.
    Análises recentes, de determinação de N-nitrosodietanolamina em dietanolamina e trietanolamina,
    não acusaram sua presença no limite de detecção dos testes (20 ppb). Entretanto, as aminas
    podem reagir com os nitritos e outros agentes nitrosantes para formar nitrosaminas. Algumas
    nitrosaminas têm se apresentado cancerígenas em animais de laboratório.
    Toxicidade aguda
    Peroral
    Rata; LD50 = 4,92 (3,58 - 6,78) ml/kg
    Sinais Principais: lentidão, lacrimação, pêlos eriçados, andar cambaleante, diarréia, e fluido
    vermelho ou marrom na região perinasal e perigenital.
    Análise Anátomo Patológica: pulmões, intestinos e estômagos descoloridos. Líquido claro a
    vermelho escuro no estômago e intestino.
    Peroral
    Rato; DL50 = 8,57 (5,80 - 12,7) ml/kg

    Sinais Principais: lentidão, lacrimação, pêlos eriçados, andar cambaleante, diarréia, e fluido
    vermelho ou marrom na região perinasal e perigenital.
    Análise Anátomo Patológica: pulmões, intestinos e estômagos descoloridos. Líquido claro a
    vermelho escuro no estômago e intestino.
    Percutâneo
    Coelha = 16 ml/kg; 24 h absorvido.
    Taxa de mortalidade: 0/5
    Sinais Principais: lentidão, andar cambaleante, emagrecimento.
    Análise Anátomo Patológica: pulmões, timo, baço e rins descoloridos; estômago e intestinos cheios
    de gás ou líquido.
    Percutâneo
    Coelho = 16 ml/kg; 24 h absorvido.
    Taxa de mortalidade: 0/5
    Sinais Principais: lentidão, andar cambaleante, emagrecimento.
    Análise Anátomo Patológica: pulmões, timo, baço e rins descoloridos; estômago e intestinos cheios
    de gás ou líquido.
    Inalação
    geração estática, rata, 6 h 25°C
    Taxa de mortalidade: 0/5
    Sinais Principais: Nenhum.
    Análise Anátomo Patológica: Nenhum.
    Inalação
    geração estática, rata, 6 h 25°C
    Taxa de mortalidade: 0/5
    Sinais Principais: Nenhum.
    Análise Anátomo Patológica: Nenhum.
    Efeitos perigosos para a saúde
    Por inalação: Irritações em mucosas, tosse, dificuldades respiratórias.
    Em contacto com a pele: Irritações.
    Por contacto ocular: Irritações.
    Por ingestão: Absorve-se rapidamente.
    Efeitos sistêmicos: náuseas, vômitos, desarranjos intestinais, colapso, cansaço, vertigens, perda do
    conhecimento. Não se exclui: problemas hepáticos, problemas renais. Em certas condições o
    produto pode reagir com nitritos ou ácido nitroso, formando-se nitrosaminas, que têm caráter
    cancerígeno em testes com animais.
    Sensibilização
    O Programa Nacional de Toxicologia conclui que há uma clara evidência de tumores no fígado, e
    certa evidência de tumores nos rins de camudongos com a derme exposta ao DEA, durante o
    período de vida. O significado desta descoberta e de sua importância para os seres humanos não
    induziu tumores em ratos ou em camudongos transgênicos, tratados de forma similar.
    12 – Informações Ecológicas
    Mobilidade Repartição: log P(oct)= - 1.32
    Ecotoxicidade
    Teste EC50 (mg/l) :
    Bactérias (Photobacterium phosphoreum) = 175 mg/l ; Classificação: Alt. tóx.
    Protozoários: (Colpoda) = EC10 160 mg/l ; Classificação: Alt. tóx.
    Algas (Sc.quadricauda) = EC10 100 mg/l ; Classificação: Alt. tóx.
    Crustáceos (Daphnia Magna) = 1390 mg/l ; Classificação: Muito tóx.
    Meio receptor:
    Risco para o meio aquático = Médio
    Risco para o meio terrestre = Baixo
    Observações:
    Ecotoxicidade aguda na zona de vertido
    Degradabilidade:
    Teste :ThOD= 2,04 g/g
    CQO= 1,5 g/g
    CBO5= 0,9 g/g
    Classificação sobre degradação biótica :
    CBO5/CQO Biodegradabilidade = Alta, mais de 1/3
    Degradação abiótica segundo pH : -------
    Observações :
    Produto facilmente biodegradável.
    13 – Considerações Sobre Tratamento e Disposição
    Produto
    Testes de laboratórios mostram que, em concentrações muito baixas (cerca de 10 ppm), essas
    etanolaminas podem ser degradadas em um sistema biológico de tratamento de efluentes. Pode-se
    fazer escoar um pequeno derramamento de trietanolamina para um esgoto sanitário, com uma
    grande quantidade de água. Entretanto, um grande derramamento pode ser prejudicial à vida
    aquática. Se o material derramado não puder ser coletado, é possível neutralizá-lo com uma
    solução de ácido clorídico diluída e, então, aterrar o sal resultante em aterro industrial.
    Para a disposição adequada do material usado, deve ser efetuada uma avaliação para determinar
    as opções de gerenciamento de resíduos adequadas e permitidas, conforme as regras aplicáveis e
    a legislação local e pertinente.
    Restos de produtos
    Incinerar em equipamento apropriado, quando permitido pela legislação local, estadual e federal.
    Embalagens usadas
    Os recipientes vazios devem ser reciclados ou dispostos através de uma unidade aprovada de
    gerenciamento de resíduos.
    14 – Informações Sobre o Transporte
    Regulamentações adicionais
    Estas informações não têm como finalidade expressar todos os requisitos regulamentares ou
    operacionais referentes a este produto. Informações adicionais sobre o sistema de transporte
    podem ser obtidas através dos representantes de vendas ou do atendimento a clientes no escritório
    de vendas. É de responsabilidade de todos os envolvidos com o transporte de materiais, cumprir as
    leis, os regulamentos e as normas específicas.
    Número ONU 3082
    Nome apropriado para embarque
    Substâncias que apresentam risco para o meio ambiente, líquidas.
    Classe de Risco 9
    Número de Risco 90
    Grupo de embalagem ll
    15 – Regulamentações
    Regulamento (CE) nº 1334/2000 do Conselho, de 22 de Junho de 2000, que cria um regime
    comunitário de controlo das exportações de produtos e tecnologias de dupla utilização. Alterado por
    Regulamento (CE) nº 2432/2001.
    16 – Outras informações
    As informações contidas nesta FISPQ foram compiladas de nossos fornecedores e de várias
    publicações técnicas tidas como verdadeiras. Não garantimos a exatidão dos dados. O único
    propósito deste documento é ser um guia para manuseio apropriado do material. É de
    responsabilidade do usuário determinar a adequação destas informações para a adoção das
    precauções de segurança necessárias.
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