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Matérias Primas - Butilglicol 1000 ml

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Butilglicol Frasco 1000 ML



Butilglicol - frasco c/ 1000 ML






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Característica do produto:
 

Butilglicol - solvente para tintas vernizes e thinner.

  
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  • Ficha Técnica
    EMFAL – Empresa Fornecedora de Álcool Ltda.
    Rua K 105 – Jardim Piemonte - Betim – MG – CEP 32680-540
    Fone/Fax: 31 3597-1020 – emfal@emfal.com.br
    Aut. MS 3.02701.0
    INFORMATIVO TÉCNICO – BUTILGLICOL
    Produto BUTILGLICOL

    Aplicação Além de excelente solvente, é biodegradável, apresenta
    baixa volatilidade e é totalmente solúvel em água. É
    classificado pelo CIR - Cosmetic Ingredient Review(1)
    como seguro para uso em formulações de produtos que
    entram em contato com a pele em concentrações de até 10%
    em peso nas formulações.
    Emprego Pode ser empregado como componente em formulações de
    desinfetantes transparentes, detergentes tipo multiuso,
    detergentes para limpeza geral, detergentes líquidos
    para lavagem de roupas e desengraxantes em geral.
    Armazenamento Armazenar em local fresco, seco e bem ventilado. Manter
    os recipientes fechados.
    Denominação
    Química
    BUTILGLICOL
    Concentração de
    uso
    Recomenda-se a utilização de BUTILGLICOL nas seguintes
    dosagens, de acordo com o tipo de formulação desejada:
    • desinfetante transparente tipo pinho com bactericida
    não iônico e ricinoleato de potássio: 4,0 a 6,0%;
    • desinfetante transparente tipo pinho com bactericida
    catiônico e emulsionante não iônico: 0,5 a 2,0%;
    • detergente multiuso: 3 a 8 % para linha doméstica e de
    7 a 15% para linha institucional e industrial;
    • desengraxantes: 5 a 15%;
    • detergentes para limpeza geral e limpadores de
    superfícies: 3 a 7%.
    Para outras aplicações, as dosagens de BUTILGLICOL deve
    ser definida experimentalmente em cada formulação.
    Características
    Físico-químicas TESTE ESPECIFICAÇÃO
    Aspecto Líquido límpido
    Cor (visual) Incolor
    Odor Característico
    Informações
    Adicionais
    Em formulações de detergentes tipo multiuso e
    formulações desengraxantes em geral, BUTILGLICOL atua
    como agente de limpeza na solubilização de sujeiras
    oleosas e também auxilia o tensoativo no abaixamento da
    tensão superficial da água, promovendo a molhabilidade
    da superfície suja e o emulsionamento da sujeira.
    BUTILGLICOL confere alto poder de limpeza sem
    embaçamento das superfícies.
    Em formulações de desinfetantes transparentes
    BUTILGLICOL atua como solubilizante do óleo de pinho e
    auxiliam na dissolução do agente bactericida,
    proporcionando limpidez à formulação.
    Como BUTILGLICOL é higroscópico, recomenda-se prover os
    tanques de estocagem de uma atmosfera inerte de
    nitrogênio. Sendo combustível deve ser protegido de
    fontes de ignição tais como: chamas abertas, superfícies
    aquecidas, descargas elétricas, entre outras. Os agentes
    extintores são água, pó químico seco, dióxido de carbono
    e espuma.
    Observação As informações contidas nesta Ficha foram compiladas de
    nossos fornecedores e de várias publicações técnicas
    tidas como verdadeiras. Não garantimos a exatidão dos
    dados. O único propósito deste documento é ser um guia
    para utilização apropriada do material. É de
    responsabilidade do usuário determinar a adequação
    destas informações para o uso correto do produto.
  • FISPQ
    ________________________________ FISPQ ___
    FICHA DE INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA DE PRODUTOS
    QUÍMICOS
    FISPQ Nº 048                                                                                         Última Revisão: 02/01/2007
    1 – Identificação do Produto e da Empresa
    Nome do Produto: BUTILGLICOL
    Empresa: EMFAL – Especialidades Químicas
    Endereço: Rua: K, 105 – Jardim Piemonte – Betim/MG
    Tel/Fax: (31) 3597)1020
    E-mail: emfal@emfal.com.br
    2 – Composição e Informações
    Nome químico / genérico: Éter monobutílico de Etilenoglicol.
    Nome Comercial do Produto: Butil Glicol
    Sinônimo: n)butoxi etanol, Etileno glicol n)butil éter, Éter monobutílico do etileno glicol, Butil
    Cellosolve
    Natureza Química: Éteres.
    Classificação e rotulagem: Tóxico.
    Nome químico ou genérico Concentração ou faixa No CAS Perigoso Simbologia
    Éter Monobutílico do
    Etileno Glicol
    > 90 % 111)76)2 Sim Tóxico
    3 – Identificação de Perigos
    Perigos mais importantes: Produto tóxico. Pode ser absorvido pela pele.
    Efeitos do produto: Efeitos adversos à saúde humana: Pode ser venenoso  se inalado ou
    absorvido pela pele. Os vapores podem causar tontura ou sufocação. O contato pode causar
    queimaduras ou irritação na pele e nos olhos.
    Efeitos ambientais: Miscível com água podendo contaminar esgotos.
    Perigos físicos e químicos: Líquido combustível, incompatível com ácidos, álcalis,
    agentesoxidantes fortes, cal, amônia, aminas orgânicas, cloretos, cloro e hidróxido de sódio.
    Perigos específicos: Permanecendo em contato com o ar durante longos períodos, pode formar
    peróxidos e estes podem explodir espontaneamente ou quando aquecidos.
    Principais sintomas:
    Ingestão: Moderadamente tóxico. Pode causar dor de cabeça, perda da coordenação motora,
    náuseas, vômitos, diarréia e fraqueza geral. A ingestão de quantidades significativas pode resultar
    da hemólise das células vermelhas do sangue.
    Absorção da pele: Os efeitos podem incluir os mesmo descritos para ingestão. Moderadamente
    tóxico. Contato prolongado pode resultar na absorção de grandes quantidades potencialmente
    prejudiciais do material.
    Inalação: Altas concentrações de vapor causam irritação no trato respiratório, na forma de
    desconforto nasal e coriza, com dor no peito e tosse. Podem ocorrer dor de cabeça, náusea,
    vômito, tontura e sonolência.
    Contato com a pele: O contato breve pode causar breve irritação, coceira e vermelhidão no local.
    O contato prolongado pode causar irritação mais severa com desconforto ou dor, vermelhidão e
    inchaço no local e possível destruição dos tecidos.
    Contato com os olhos: Causa irritação severa, na forma de desconforto ou  dor, piscar e
    lacrimejamento excessivos, com vermelhidão acentuada e inchaço da conjuntiva.
    Visão geral de emergências: Em caso de vazamentos, incêndios e contaminação humana ou
    ambiental acionar as autoridades locais e assistência médica imediatamente.
    Efeitos Agudos:
    Ingestão: Ingestão causa irritação, dor de cabeça, náuseas e vômitos. Na ingestão de grandes
    quantidades pode causar narcose e dificuldade de respiração. No vômito o principal risco é a
    aspiração para as vias aéreas.
    Inalação: Quando inalados os vapores provocam irritação do trato respiratório, tosse e dispinéia.
    Pele: O contato com a pele causa ressecamento e irritação da pele.
    Olhos: Pode provocar irritação da conjuntiva.
    Efeitos Agudos Sistêmicos: Baseado em dados disponíveis, não se espera que exposições
    repetidas causem qualquer outro efeito adverso.
    Informações sobre câncer: Não determinado.
    Teratologia (Defeitos congênitos): Não determinado.
    Efeitos Crônicos: Não especificado.
    Perigos específicos: Inalação, ingestão, contato com a pele e olhos.
    Principais sintomas: Dores de cabeça, náuseas, vômitos, vertigem, diarréia, descordenação
    motora e fraqueza geral.
    Classificação do produto químico: Produto classificado como tóxico.
    4 – Medidas de Primeiros Socorros
    Inalação: Remover a vítima para o ar fresco. Dar oxigênio se necessário e chamar um médico se o
    desconforto persistir.
    Contato com a pele: Remover o vestuário contaminado e lavar o local atingido com água em
    abundância por no mínimo 15 minutos. Chamar um médico se o desconforto persistir.
    Contato com os olhos: Lave imediatamente os olhos com água corrente e continuamente por 15
    minutos. Consulte um médico.
    Ingestão: Se a vítima estiver consciente, dar dois copos d’água e induzir ao vômito. Chamar um
    médico.
    Ações a serem evitadas: Manter o contato direto com o produto sobre a pele.
    Sintomas e efeitos mais importantes: Dores de cabeça, náuseas, vômito, vertigem, diarréia,
    descordenação motora e fraqueza geral.
    Notas para o médico: Não existe antídoto específico. O tratamento deve ser direcionado para o
    controle dos sintomas e condições clínicas.
    5 – Medidas de Combate a Incêndio
    Meios de extinção apropriados: Água não é eficaz. Extintor de CO2, espuma para solventes
    polares ou pó químico seco são os mais indicados.
    Meios de extinção não apropriados: Jato de água diretamente sobre o produto em chamas, pois
    ele pode espalhar)se violentamente e aumentar a intensidade do fogo.
    Perigos específicos: Pode entrar em auto)ignição se a temperatura ultrapassar 244 C. Pode
    formar peróxidos se ficar em contato prolongado com o ar. O produto comercial contém um inibidor
    de oxidação não volátil. Caso o produto seja submetido à destilação, seu destilado não conterá o
    inibidor e estará mais sujeito à formação de peróxidos, podendo ocorrer risco de explosão.
    Produtos perigosos de combustão: A fumaça gerada durante incêndios pode conter o produto
    original e outros produtos tóxicos ou irritantes.
    Instrução para conter o fogo: Manter as pessoas afastadas. Isolar a área e proibir entradas
    desnecessárias. Ficar contra o vento. Manter)se afastado de áreas baixas quando pode ocorrer o
    acúmulo de gases. Conter o fogo.
    Proteção dos bombeiros: Utilizar equipamentos de proteção individual indicados.
    Outras informações sobre flamabilidade: Resfriar recipientes expostos com água nebulizada.
    6 – Medidas de Controle de Vazamentos e Derramamentos
    Precauções pessoais:
    Remoção de fontes de ignição: Evacuar a área afetada. Afaste todas as fontes de  calor e
    ignição. Manter o local ventilado.
    Controle de poeira: Não se aplica.
    Prevenção de inalação ou contato c/ pele, mucosa e olhos: Manter o local bem ventilado.
    Utilizar os equipamentos de proteção individual.
    Precauções ao meio ambiente: Evitar que o produto atinja cursos d’água.
    Métodos para remoção e limpeza:
    Recuperação: Conter o produto derramado com diques de terra, areia ou outro material
    absorvente não combustível. Transferir para recipiente adequado. Recolher restos com material
    absorvente e lavar o local com água em abundância,  que deve ser recolhida para posterior
    descarte conforme legislação local.
    Neutralização: Não disponível.
    Disposição: Incinerar em forno aprovado pelo órgão responsável  e de acordo com a legislação
    local vigente.
     
    7 – Manuseio e Armazenamento
    Manuseio:
    Medidas técnicas apropriadas: Armazenar em área fresca, seca e bem ventiladas, longe do
    calor, fontes de ignição, alimentos e agentes incompatíveis.
    Prevenção da exposição: Manusear em local bem ventilado. Utilizar os equipamentos de
    proteção individual adequado.
    Prevenção de fogo ou explosão: Afastar fontes de calor e ignição, chamas, faíscas e demais
    equipamentos ou substâncias que possam provocar explosões.
    Precauções para manuseio seguro do produto químico: Utilizar equipamento de proteção
    individual adequado.
    Orientação de manuseio seguro: Evitar contato com a pele, mucosas e olhos. Manusear em local
    arejado e fresco. Não fumar, comer ou beber na área  de manuseio. Manter os recipientes
    fechados.
    Armazenamento:
    Medidas técnicas apropriadas: Armazenar em área fresca, secas e bem ventiladas,  longe do
    calor, fontes de ignição, alimentos e agentes incompatíveis.
    Condições de armazenamento:
    Adequadas: Locais limpos, secos e bem ventilados.
    A serem evitadas: Próximo a fontes de calor e ignição e locais sem ventilação.
    De sinalização de risco: Não aplicável.
    Produtos incompatíveis: Evitar o contato com bases fortes em altas temperaturas e compostos
    com alta afinidade por grupos hidroxilas.
    Materiais seguros para embalagens:
    Recomendados: Aço carbono.
    Inadequadas: Não especificado.
    8 – Controle de Exposição e Proteção Individual
    Medidas de controle de engenharia: Recomenda)se o uso de ventilação local exaustora, onde os
    processos assim permitem.
    Parâmetros de controle:
    Limites de exposição:
    . Brasil: NR15 – LT (48h/semana): 39 ppm (*)
    — EUA: ACGIH – TLV – TWA: 25 ppm (*)
    — OSHA – TLV – TWA: 50 ppm (*)
    — ACGIH – TLV – STEL: 75 ppm (*)
    — (*) pode ser absorvido pela pele.
    Equipamentos de proteção individual:
    Proteção respiratória: Em caso de contato com altas concentrações do produto no ambiente,
    recomenda)se o uso de máscaras de ar autônomas ou de ar mandado. Em ambientes fechados,
    este produto deve ser manuseado mantendo)se a exaustão adequada (geral diluidora ou local
    exaustora). Em ambientes com concentração abaixo do limite de tolerância, recomenda)se o uso
    de máscara facial com filtro para vapores orgânicos.
    Proteção para os olhos e rosto: Óculos de segurança, com proteção lateral.
    Proteção para as mãos pele e corpo: Aventais e botas impermeáveis de PVC.
    Precauções especiais: Chuveiros de emergência e lava)olhos devem ser instalados nos locais de
    uso e estocagem.
    Medidas de higiene: Roupa e sapatos devem ser lavados e descontaminados após o uso.
    9 – Propriedades Fisico-Químicas
    Estado físico: Líquido
    Odor: Característico
    Cor: Incolor
    pH: Não aplicável
    Temperaturas específicas nas quais ocorrem mudanças de estado físico:
    Ponto de Ebulição: 171 C
    Faixa de destilação: Não determinado
    Ponto de congelamento: )70C
    Ponto de fusão: Não aplicável.
    Ponto de fulgor: Copo fechado: 65,5 C / Copo aberto: 73,9 C
    Temperatura de auto-ignição: 244 C
    Limite de Explosividade no ar:
    Limite inferior: 1,1 %
    Limite superior: 10,6 %
    Pressão de vapor: 0,6 mmHg
    Densidade de vapor: 4,1 (ar=1)
    Taxa de evaporação: Não determinada
    Densidade (aparente): 0,900 (20/4ºC)
    Solubilidade: Em água: Completa
    10 – Estabilidade e Reatividade
    Condições específicas:
    Estabilidade química: Estável sob condições normais de manuseio e armazenamento
    recomendadas.
    Instabilidade: Estável, sob condições normais de uso e estocagem.
    Reações perigosas: Nenhum, quando o produto é armazenado, aplicado e  processado
    corretamente.
    Condições a evitar: Evitar contato prolongado com o ar.
    Materiais incompatíveis: Evitar o contato com bases fortes em altas temperaturas e compostos
    com alta afinidade por grupos hidroxilas.
    Produtos perigosos da decomposição: A queima poderá produzir o monóxido de carbono, além
    do dióxido de carbono.
    Perigo de polimerização espontânea: Não determinado.
    11- Informação Toxicológica
    Informações de acordo com as diferentes vias de exposição:
    Mutagenecidade: Não disponível.
    — Toxicidade aguda: DL50 (ingestão, camundongos): 1,48 g/KG.
    — DL50 (ingestão, porquinhos da índia): 1,23 g/kg.
    — CL50 (inalação, camundongos): 700 ppm/7h.
    — CL50 (inalação, ratos): 2900 mg/m3.
    — CL50 (inalação, porquinhos da índia): 230 mg/KG
    Efeitos locais:
    Ingestão: Pode causar dores de cabeça, náuseas, vômito, vertigem, diarréia, descordenação
    motora e fraqueza geral. Pode causar hemólise dos glóbulos vermelhos do sangue e possíveis
    danos aos pulmões, fígados e rins.
    Inalação: Os vapores do produto são irritantes ao nariz e ao trato respiratório. Pode causar dores
    de cabeça, náuseas, vômito e mal estar. Trabalhadores voluntários expostos por vários períodos
    intermitentes de 8 horas a concentrações de 100 a 200 ppm não apresentam efeitos nitidamente
    negativos, além da presença do ácido butoxi)acético  na urina. Tais concentrações, já são
    desconfortáveis com irritação do trato respiratório. O limite de tolerância no ar (25 ppm ACGIH) é
    baseado no potencial de irritação do trato respiratório e olhos, como aos efeitos hemolíticos, e não
    está relacionado com os efeitos reprodutivos.
    Absorção pela pele: Devido ao seu elevado poder de solvência, a penetração é imediata,
    tornando a intoxicação pela pele potencialmente maior do que aquela por inalação.
    Contato com a pele: O contato com o produto não diluído poderá causar leve irritação. Contato
    mais prolongado e amplo, como por exemplo, vestimenta embebida com o produto, pode causar
    inchaço e possível dano à pele.
    Contato com os olhos: Causa conjuntivite leve e dano reversível á córnea.
    Toxicidade crônica: Repetidas exposições de animais a 400 ppm por 12 semanas causaram
    fragilidade osmótica das células vermelhas, sendo que os cães apresentaram maior resistência
    que roedores. Macacos sujeitos a exposições repetidas (30 a 90/7 horas) de 200 ppm apresenta
    grande resistência quando comparado com animais com alguma suscetibilidade. Quando ocorre, o
    efeito é reversível, desaparecendo em poucos dias.
    Efeitos toxicologicamente sinérgicos: Não disponível.
    Efeitos específicos: Não foram apresentados efeitos teratogênicos em ratos e coelhos exposto a
    100 e 200 ppm respectivamente. Doses orais de 1000 mg/Kg, administrada a camundongos por 5
    semanas, não causaram mudanças no peso absoluto ou  relativo dos testículos. Não foram
    encontradas referências sobre possíveis efeitos carcinogênicos e mutagênicos.
    Sensibilização: Não disponível.
    Substâncias que causam efeitos:
    Aditivos: Não disponível.
    Potenciação: Não disponível.
    12 – Informações Ecológicas
     
    Efeitos ambientais, comportamentais e impactos do produto:
    Mobilidade e bioacumulação: Não disponível.
    Persistência / degradabilidade: 88% do produto degradam)se em 20 dias.
    — Demanda bioquímica de oxigênio (DBO)11: 1159 mg
    — Demanda bioquímica de oxigênio (DBO)20: 17453 mg
    — Demanda química de oxigênio (DQO): 20343 mg
    Ecotoxicidade: CL50 para 24 horas em “C. Auratus”: 1650 mg/l
    — CL50 para 24 horas em “Daphnia Similis”: 150 mg/l
    Comportamento esperado: Não determinado.
    Impacto Ambiental: Não determinado.
    13 – Considerações Sobre Tratamento e Disposição
    Métodos de tratamento e disposição:
    Produto: Não deixar que atinja cursos dágua.
    Resíduos do produto: Incinerar em forno aprovado pelo órgão responsável  e de acordo com
    legislação local vigente.
    Embalagens usadas: Conforme legislação local vigente.
    14 – Informações Sobre o Transporte
    Regulamentações nacionais e internacionais:
    Transporte terrestre (US DOT): Embalado
    Nome apropriado para embarque: Butil Glicol
    Número da ONU: 2369
    Número de Risco: 60
    Classe de Risco: 6.1
    Grupo de Embalagem: PGIII
    Transporte marítimo – Conforme IMO/IMDG (Granel)
    Nome apropriado para embarque: Butil Glicol
    Número da ONU: 2369
    Classe de Risco: 6.1
    Grupo de Embalagem: PGIII
    Número EMS: 6.1 – 02
    15 – Regulamentações
    Este produto é considerado como perigoso. Produto Tóxico.
    Regulamentação de transporte rodoviário de produtos perigosos – Ministério dos Transportes –
    1998. Portaria 3214 do Ministério do trabalho. Normas regulamentadoras – NR’s. OSHA e ACGIH.
    16 – Outras informações
    Nos locais onde se manipulam produtos químicos deverá ser realizado o monitoramento da
    exposição dos trabalhadores, conforme PPRA (Programa de Prevenção de Riscos Ambientais) da
    NR)9. Funcionários que manipulam produtos químicos,  em geral, devem ser monitorados
    biológicamente conforme o PCMSO (Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional) da NR)
    7.
    As informações e recomendações constantes desta publicação foram pesquisadas e compiladas
    de fontes idôneas, dos MSDS dos fornecedores e de legislações aplicáveis ao produto.
    Os dados dessa Ficha referem)se a um produto específico e podem não ser válidos onde esse
    produto estiver sendo usado em combinação com outros. A EMFAL – Especialidades Químicas
    com os fatos desta ficha, não pretendem estabelecer informações absolutas e definitivas sobre o
    produto e seus riscos, mas subsidiar com informações, diante do que se conhece, os seus
    funcionários e clientes para sua proteção individual, manutenção da continuidade operacional e
    preservação do Meio Ambiente.
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