Câncer de pele é o tipo de câncer mais comum no Brasil, correspondendo a cerca de 33% de todos os diagnósticos segundo a SBD. Ele aparece quando as células da pele começam a se multiplicar de forma descontrolada. Os tipos mais frequentes são o carcinoma basocelular e o carcinoma espinocelular, que juntos somam aproximadamente 177 mil novos casos por ano. Já o melanoma, apesar de menos comum, é o tipo mais agressivo e pode se manifestar de formas variadas — muitas vezes se parecendo com pintas ou pequenas lesões aparentemente inofensivas.
Estar atento aos sinais é essencial. Por isso, observar mudanças na pele no dia a dia faz toda a diferença. Lesões que não cicatrizam, pintas que mudam de cor ou formato, crostas, sangramentos e coceira persistente merecem atenção redobrada. Quando se trata de melanoma, a famosa Regra do ABCDE (Assimetria, Bordas irregulares, Cor variável, Diâmetro maior que 6 mm e Evolução) ajuda a identificar alterações suspeitas. Ainda assim, é importante reforçar que somente um dermatologista pode diagnosticar com segurança, por meio de exame clínico ou biópsia.
Prevenção: cuidados que fazem diferença
A melhor estratégia para reduzir o risco ainda é a prevenção. Em primeiro lugar, recomenda-se evitar o sol entre 10h e 16h, quando a radiação é mais intensa. Além disso, usar roupas adequadas, chapéus e protetores solares com FPS 30 ou mais, reaplicando a cada 2 horas, são medidas simples e altamente eficazes.
Na praia, por exemplo, vale lembrar um detalhe importante: barracas de algodão ou lona bloqueiam cerca de 50% da radiação UV, enquanto as de nylon podem deixar passar até 95%. Dessa forma, a escolha do tipo de proteção física também influencia muito na segurança.
Outro ponto fundamental é o alerta sobre o bronzeamento artificial: ele não é seguro e aumenta significativamente o risco da doença. Portanto, sempre que possível, deve ser evitado.
A nanotecnologia como aliada da saúde da pele
Além do uso correto do filtro solar, a nanotecnologia vem ganhando espaço como um recurso complementar importante. Isso porque nanoativos antioxidantes ajudam a neutralizar radicais livres, reduzir inflamação e proteger as células dos danos causados pela radiação UV — processos que, quando repetidos ao longo dos anos, aumentam o risco de câncer de pele.
Entre os ativos mais promissores, destacam-se:
Vitamina C Nano, Resveratrol Nano, Coenzima Q10 e Astaxantina Nano: juntos, eles combinam ação antioxidante potente, proteção de queratinócitos e melanócitos e suporte ao equilíbrio inflamatório.
Niacinamida Nano: fortalece a barreira cutânea e melhora os mecanismos naturais de reparo, ajudando a pele a lidar melhor com agressões diárias.
Assim, esses ativos não substituem o protetor solar, mas aumentam a proteção biológica, reforçando a saúde celular e reduzindo danos cumulativos que se somam ao longo da vida.
Dessa forma, a EMFAL reafirma seu compromisso com a prevenção do câncer de pele ao desenvolver matérias-primas de alta performance voltadas para a saúde cutânea. Nosso propósito é apoiar profissionais da saúde com soluções eficazes e baseadas em evidências, contribuindo para formulações mais seguras e para a redução dos riscos associados à carcinogênese cutânea.
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REFERÊNCIAS
BRASIL. Ministério da Saúde. Câncer de pele. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/c/cancer-de-pele. Acesso em: 21 nov. 2025.
SBCO – Sociedade Brasileira de Cirurgia Oncológica. Mortes por melanoma no Brasil podem aumentar 80% em duas décadas, aponta Cancer Tomorrow da OMS. Disponível em: https://sbco.org.br/atualizacoes-cientificas/mortes-por-melanoma-no-brasil-podem-aumentar-80-em-duas-decadas-aponta-cancer-tomorrow-da-oms/. Acesso em: 21 nov. 2025.
SBD – Sociedade Brasileira de Dermatologia. Câncer da pele. Disponível em: https://www.sbd.org.br/doencas/cancer-da-pele/. Acesso em: 21 nov. 2025.